A maioria dos cursos sobre fintech começa pela tecnologia. O módulo Como criar uma Fintech, disponível como bônus na Formação em Vibe Coding do ibe.IA, começa pelo mercado.

Callebe Mendes, fundador da Zapay, gravou 22 aulas que cobrem do zero o que é o sistema financeiro brasileiro, como identificar oportunidades reais dentro dele e quais ferramentas usar pra tirar a ideia do papel sem precisar de licença bancária própria logo de cara.

Esse artigo explica o que está dentro do módulo, como ele está organizado e pra quem faz sentido cursar.

O que é o módulo Como criar uma Fintech?

É um módulo bônus da Formação em Vibe Coding. Não é um curso separado.

O módulo foi gravado com Callebe Mendes, que fundou a Zapay, uma fintech de pagamento de débitos veiculares que processa milhões de transações por ano. Ele gravou com foco em quem está começando: empreendedor que quer entrar no setor financeiro mas não sabe por onde.

São 22 aulas divididas em 5 blocos, totalizando pouco mais de 1h30 de conteúdo denso.

Callebe Mendes apresentando a aula As classes de fintechs, com a lista de 22 aulas do módulo visível à direita

Quais tipos de fintech o módulo cobre?

Três: fintech de crédito, fintech de pagamento e banco digital.

O primeiro bloco, O que são Fintechs, explica as diferenças entre esses modelos antes de entrar em qualquer regulamentação ou ferramenta. Isso importa porque cada tipo tem um caminho regulatório diferente no Brasil.

Fintech de crédito precisa de autorização do Banco Central ou se encaixar como Sociedade de Crédito Direto (SCD). Fintech de pagamento pode operar como Instituição de Pagamento (IP) com processo mais simples. Banco digital exige autorização específica do Bacen, que pode demorar anos.

Callebe explica essas diferenças com dados reais do mercado e, principalmente, com o que ele fez quando começou a Zapay.

Por que o módulo passa por regulamentação?

Porque quem entra no setor financeiro sem entender o ambiente regulatório gasta tempo e dinheiro na direção errada.

O segundo bloco, Sistema Financeiro Brasileiro, cobre os órgãos reguladores (Banco Central, CVM, Susep), as certificações relevantes, o que a LGPD impõe sobre dados financeiros e como usar o conhecimento regulatório pra ganhar tempo.

Uma das aulas mais diretas é “Como aproveitar o conhecimento sobre regulamentações para cortar caminhos”. O ponto é que muitas fintechs usam a infraestrutura de instituições já reguladas em vez de buscar autorização própria. Isso é legítimo, frequente e economiza anos de processo.

Como o módulo trata a validação da ideia?

Com o terceiro bloco, Ideação e Validação, que inclui uma aula chamada “Como não começar uma Fintech”.

Essa aula é uma lista de armadilhas reais: criar uma fintech pra resolver um problema que o próprio fundador imaginou sem validar, escolher o modelo mais complexo regulatoriamente sem testar o produto antes, e tentar construir tudo do zero quando já existe infraestrutura pronta pra usar.

O bloco de validação tem cinco aulas e termina em “Oportunidades Recomendadas”, onde Callebe aponta os segmentos que ele enxerga como mais acessíveis hoje pra quem está começando.

Para quem é esse módulo?

Pra quem já está na Formação em Vibe Coding e tem interesse em criar produto digital no setor financeiro.

Não é pra quem busca só noções de fintech. É pra quem quer entender o mercado com profundidade suficiente pra avaliar se faz sentido construir ali, qual tipo de fintech viabilizar e por qual caminho regulatório começar.

O módulo fecha com uma aula de mentoria com Callebe, onde ele responde as dúvidas mais frequentes dos alunos que passaram pelo módulo até aqui.

A Formação em Vibe Coding da ibe.IA mostra como sair da ideia e publicar o primeiro produto digital, incluindo esse bônus completo sobre fintech.

Conheça a Formação em Vibe Coding

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